sábado, 4 de abril de 2020

APROVEITAMENTO DE ÁGUAS VERTIDAS


APROVEITAMENTO DE ÁGUAS VERTIDAS O fato de ter supermotorizado as hidroelétricas, que parecia um desperdício, hoje oferece uma alternativa promissora de aproveitamento da energia não disponível, proveniente de águas que são vertidas todos anos por falta de consumidores. A complementação térmica permite o aproveitamento desta energia perdida com um mínimo de investimento, dispensando novas hidroelétricas. Térmicas estão sempre disponíveis, independem do clima: portanto são mais indicadas para ficarem de reserva, porque tem custo de capital menor. A opção por térmicas oferece a chance de economizar combustível, mantendo-a parada e utilizando energia de hidroelétricas que estão vertendo. Para exemplificar imaginemos como deve ser a operação de um sistema, em país industrializado, com a participação de usinas térmicas e hidroelétricas na proporção de 25 e 75%, respectivamente. Suponhamos ainda que o custo operacional de térmicas seja equivalente à diferença entre o custo de capital de hidroelétricas e térmicas. Neste ponto de equilíbrio seria indiferente prosseguir acrescentando hidroelétricas ou térmicas, uma vez que os custos finais seriam os mesmos. Mas há uma diferença: sempre que alguma usina hidroelétrica estiver vertendo, poderá ser utilizada até a capacidade máxima para economizar combustível de térmicas.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

PARAGUAI É BENEFICIADOS


https://globoplay.globo.com/v/7842781/

CLONES DE EUCALIPTOS COM 6 ANOS DE EDADE


As árvores utilizadas na Suécia levam trinta anos para serem aproveitadas, enquanto as florestas cultivadas do Brasil são cortadas com seis anos. Os ganhos de produtividade das florestas cultivada no Brasil aumentaram em cinco vezes, pelo emprego de “clones” de eucalipto e melhores técnicas de cultivo e de aproveitamento do carvão vegetal. È um feito surpreendente que mostra o caminho a ser seguido pelos americanos e chineses que insistem nas grandes siderúrgicas a carvão mineral. O excessivo transporte de carvão pela rodovia 050 com destino às mini-siderúrgicas de Itauna e Divinópolis é um claro sinal da existência de mercado para esse produto. Florestas cultivadas — muito mais eficientes — constitui a melhor forma de preteger o cerrado e florestas naturais pelo desestímulo do preço.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

AQUECIMENTO E MOVIMENTO EM TÉRMICAS A GÁS


HUGO SIQUEIRA O valor da energia depende fundamentalmente das diferentes formas como produção e consumo se processam: a produção e consumo de energia podem ser classificados em duas grandes categorias: energia de aquecimento, cuja produção depende da queima de combustível; energia de movimento mecânico, cuja produção depende tanto da queima de combustíveis (termoelétricas com rendimento de 30%), quanto de potenciais hidráulicos (hidroelétricas com rendimento de 90%). Ambos, produção e consumo são regidos pelo segundo princípio da termodinâmica, que em termos simples quer dizer: “É sempre mais fácil produzir energia de aquecimento (residências) através a queima de combustível, diretamente, do que produzir energia mecânica (máquinas)”. Em outras palavras: energia potencial hidráulica se transforma em energia elétrica de forma direta e eficiente, enquanto a energia de aquecimento só é eficiente para produzir calor. A primeira é nobre e a segunda vulgar.FOI O MITO DA HIDRELETRIDADE ABUNDANTE QUE LEVOU AO EMPREGO DA ENERGIA ELÉTRICA. HOSPITAI, HOTÉIS,CONDOMINIOS não podem prescindir do uso de térmicas combinadas, que produzem os dois tipos de energia:energia elétrica no eixo e e energia calorífica nos gases de escape, substituto do petróleo e carvão das antigas termoelétricas avapor: VEDADEIRA REMINISCÊNCIA ARQUEOL´PGICA DA ERA INDUSRIALL"

CARVÃO VEGETAL E O VELHO GAZOGÊNIO


HUGO SIQUEIRA Circunstâncias históricas podem mudar, de forma que muitas soluções — consideradas anacrônicas — podem ser ressuscitados com sucesso, graças à nova tecnologia da biogenética. O próprio “Gasogênio”, uma relíquia do passado da segunda guerra, pode ser ressuscitado como uma alternativa promissora para países pobres carentes de petróleo, mas ricos em biomassa. Assim tambem, o aço brasileiro baseado em carvão vegetal, vista por muitos como anacrônica, compete bem nos mercados, atualmente, porque sua indústria está muito mais adiantada em relação à antiga tambem baseada em carvão vegetal, há muito abandonada pelos países industrializados, alem do que a tecnologia da biogenética favorece países tropicais.

domingo, 25 de agosto de 2019

ENCARGO EMBUTIDO NO TRATADO DE ITAIPU


Brasileiro paga mais para subsidiar energia no Paraguai De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores, Paulo Pedrosa, encargo está embutido no Tratado de Itaipu

HIDRELÉTRICAS DE PLANÍCIE


No Brasil as possibilidades são ainda mais remotas. Os potenciais da Bacia Amazônica, vistos como promissores, devem ser analisados com cautela, pois são potenciais de baixas quedas e grandes vazões, característicos das regiões de planície, altamente hostis ao meio ambiente e com os altos custos inerentes (cerca de 3000 US$ /kW), em tudo semelhantes àqueles de Jupiá e jusante, no Rio Paraná. As hidroelétricas atuais são limitadas fisicamente pelo relevo, tanto do ponto de vista econômico como ambiental e as termonucleares são custosas devido ao processo de transformação (cerca de 3000 e 6000 US$/ kW respectivamente). Fontes alternativas são ainda mais caras: Eólicas, de marés, geotérmica, solar direta, etc, inadequadas para aquecimento ou muito lentas para produzir energia de acionamento.

SUGESTÃO PARA MOMENTOS DE CRISE


Em lugar de facilitar o crédito para as empresas vencedoras da licitação das hidroelétricas do Rio Madeira o melhor é deixar que elas próprias desistam em razão da impossibilidade de cumprir contratos celebrados antes da crise. Para que o setor sucroalcooleiro não seja penalizado com a queda no preço do petróleo -- o que certamente ocorrerá -- um bom programa de ajuda seria facilitar o crédito para recuperação de todas as termoelétricas a vapor já conectadas ao sistema interligado. Talvez seja necessária a colaboração de ilustres geógrafos brasileiros para explicar aos dirigentes da ANEL que as agressões ao meio ambiente e a economicidade das usinas hidroelétricas dependem apenas de um único parâmetro, a altura dos reservatórios, 27 metros no caso de Jirau, dos quais resultam rotações baixas, visivelmente lentíssimas e agressivas. Outro fato que os físicos poderiam explicar aos políticos ufanistas está relacionado com as pretensas reservas de hidroeletricidade inexploradas da Amazônia que é apenas um mito. Não é a quantidade, 70% de reservas, que importa, mas a qualidade, ou seja, a relação custo por unidade de potência produzida, inclusive ambiental, uma propriedade do campo gravitacional conservativo (depende da raiz quarta da altura ao cubo). É evidente, do ponto de vista do campo gravitacional, que as grandes vazões e baixas alturas ocorrem nas regiões de planície, o que afeta sensivelmente a relação custo por unidade de potência e, portanto a eficácia da transformação em termos de custo do quilowathora produzido.

HIDRELÉTRICAS DA MAZONIA


No Brasil as possibilidades são ainda mais remotas. Os potenciais da Bacia Amazônica, vistos como promissores, devem ser analisados com cautela, pois são potenciais de baixas quedas e grandes vazões, característicos das regiões de planície, altamente hostis ao meio ambiente e com os altos custos inerentes (cerca de 3000 US$ /kW), em tudo semelhantes àqueles de Jupiá e jusante, no Rio Paraná. As hidroelétricas atuais são limitadas fisicamente pelo relevo, tanto do ponto de vista econômico como ambiental e as termonucleares são custosas devido ao processo de transformação (cerca de 3000 e 6000 US$/ kW respectivamente). Fontes alternativas são ainda mais caras: Eólicas, de marés, geotérmica, solar direta, etc, inadequadas para aquecimento ou muito lentas para produzir energia de acionamento.

A FORÇA LIMITADORA DOS PRINCÍPIOS


A FORÇA LIMITADORA DOS PRINCÍPIOS Os fatores determinantes do custo da energia são o “processo termodinâmico” e o “regime de velocidade” em que as transformações se processam. O primeiro rege a transformação da produção de calor e o segundo rege a produção energia de acionamento. Vejamos como as diferentes formas de suprimento se comportam perante estes dois fatores: Em primeiro lugar, quase todos os potenciais hidroelétricos no mundo todo já foram utilizados, em razão da sua evidente economicidade. Passaram pelo processo de “seleção natural” e, hoje, são raridade. A usina de Três Gargantas, em construção na China talvez seja uma das últimas hidroelétricas de baixo custo em todo o mundo. Com 185 metros de altura e rotação abaixo de nove Hertz, tem custo inferior a qualquer usina brasileira. Jupiá, com queda de 20 metros é uma das mais caras, visivelmente lentíssima. No Brasil as possibilidades são ainda mais remotas. Os potenciais da Bacia Amazônica, vistos como promissores, devem ser analisados com cautela, pois são potenciais de baixas quedas e grandes vazões, característicos das regiões de planície, altamente hostis ao meio ambiente e com os altos custos inerentes (cerc

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

um novo acordp com o paraguai


O pedido está relacionado à crise política que eclodiu na semana passada, depois que se soube que o Paraguai havia assinado um acordo secreto com o Brasil sobre a distribuição de energia da usina hidrelétrica binacional de Itaipu que traria prejuízos de mais de US$ 200 milhões a Assunção.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

ENCARGO EMBUTIDO NO TRATADO DE ITAIPU


Brasileiro paga mais para subsidiar energia no Paraguai De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores, Paulo Pedrosa, encargo está embutido no Tratado de Itaipu

COM ENERGIA CARA O BRASIL NÃO CRESCE


Para Pedrosa, essa situação gera um paradoxo, em que o Brasil perde investimentos justamente por ter uma tarifa cara. "Em um momento em que o Brasil não cresce e a indústria não investe, o Paraguai cresce 6% ao ano, inclusive com investimentos dos empresários brasileiros que migram para o país vizinho para aproveitar a energia barata", acrescentou.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

BRIGA ENTRE BRASIL : TARIFAS


Análise do ILUMINA: Além da judicialização das relações comerciais, além dos aumentos tarifários, além de indefinições mercantis, além do risco hidrológico, além da ausência de uma política de estado face a mudança tecnológica do setor, o modelo mercantil brasileiro agrava a briga entre Paraguai e Brasil sobre Itaipu. Vamos tentar explicar:

O ADIVENTO DA ELETRICIDADE


http://espelhodetripa.blogspot.com/2019/08/advento-da-eletricidade.html

Ninguem duvida que o mundo esteja atravessando uma situação de emergência


• Ninguem duvida que o mundo esteja atravessando uma situação de emergência e a alternativa pelo suprimento por termoelétricas é a que mais serve para a ocasião. O sentido da estratégia vai muito alem da simples comparação de custos de alternativas, que já virou dogma. A simples constatação de que em apenas seis meses os juros dobraram enquanto o preço de combustíveis reduziu de cinco vezes, invalida qualquer cálculo. Térmicas não são indicadas para funcionar, mas para ficarem de reserva e prontidão, com baixo investimento, para momentos críticos de seca como o ocorrido em 2001. Os maiores gastos de combustível, se ocorrer se dará no futuro, enquanto os custos de capital de hidroelétricas serão imediatos e irreversíveis. Os custos de capital em térmicas serão ínfimos e imperceptíveis quando escalonadas no tempo. A grande verdade que não é revelada pelos técnicos é que as hidroelétricas estão se tornando caras e seus reservatórios estão se tornando insuficientes. Para contornar as restrições ambientais é usado o expediente de redução da altura das barragens para diminuir o impacto de reservatórios, o que destrói a grande vantagem de alguns empreendimentos hidroelétricos da Amazônia (Belo Monte). O grande número de unidades (44 usinas de bulbo em Jirau) é um artifício que esconde o verdadeiro custo em equipamentos e vertedores. É claro que terão custo maior do que o previsto anteriormente, antes da redução de altura, uma vez que a eficiência do campo gravitacional depende da altura de queda. No caso do projeto da usina de Belo Monte, a redução do reservatório de 1200 quilômetros quadrados para 400 (20X20) é inócua e só faz aumentar o custo equipamentos. O impacto ambiental e social do reservatório original é ínfimo, corresponde a área de uma pequena cidade, mal e enche a calha do rio. A expansão de hidroelétricas sem o correspondente aumento de reservatóriosnão apenas está se tornando dispendiosa como a restrição ambiental oposta aos reservatórios os torna inúteis para o fim de regulação. As bacias nem ao menos são complementares. • O programa de utilização de térmicas a gás é muito mais abrangente do que a simples adição homeopática de térmicas, com propósitos preestabelecidos. Visa recuperar investimentos em termoelétricas antigas a vapor e aproveitar investimentos em hidroelétricas supermotorizadas.

AQUECIMENTO SOLAR DIRETO


O aquecimento solar direto pode se tornar mais eficiente com o emprego de espelhos parabólicos orientados ou lentes concentradoras de energia para muitos fins de “calor de processo” em inúmeros locais de uso institucional coletivo como hotéis, clubes, restaurantes, hospitais, bibliotecas e museus ou outras empresas de serviço público. No consumo residencial o aquecimento solar direto tem se desenvolvido nos países em desenvolvimento que são mais beneficiados do que os países industrializados. Mas, o processo de implantação é lento, por falta de condições institucionais. Para serem substituídos, os anacrônicos chuveiros elétricos requerem facilidade de crédito à população pobre. A facilidade de crédito para refrigeradores pode beneficiar o usuário, mas é equivocado porque é um aparelho de consumo contínuo muito apropriado para alongar o tempo de funcionamento de hidroelétricas. O mesmo acontece com iluminação pública, utilizada quando hidroelétricas estão paralisadas. A troca de luminárias por outras a vapor de sódio não se justifica. • Ninguem duvida que o mundo esteja atravessando uma situação de emergência e a alternativa pelo suprimento por termoelétricas é a que mais serve para a ocasião. O sentido da estratégia vai muito alem da simples comparação de custos de alternativas, que já virou dogma. A simples constatação de que em apenas seis meses os juros dobraram enquanto o preço de combustíveis reduziu de cinco vezes, invalida qualquer cálculo. Térmicas não são indicadas para funcionar, mas para ficarem de reserva e prontidão, com baixo investimento, para momentos críticos de seca como o ocorrido em 2001.

O DIFICIL RECURSO EXTERNO


Será muito difícil obter recurso externo pela exportação de combustível e comodities com as medidas restritivas impostas pelos países industrializados, os quais já começam a atingir países emergentes. Sozinhos, os países emergentes não conseguirão manter o ritmo de importação de nossos produtos. O remédio é economizar como todo mundo está fazendo. • Países industrializados estão tentando estimular a atividade econômica para salvar o emprego por meio de injeção maciça de capital nas suas empresas, mas a situação atual é distinta de 1929 quando estes países ainda eram produtores de bens industriais e havia muitos setores de baixa tecnologia para serem estimulados. Um plano semelhante ao “New Deal” não encontraria hoje potenciais hidroelétricos por explorar. Planos agrícolas de desenvolvimento de combustível alternativo e alimentos só viriam a limitar a capacidade de produção dos países emergentes como Brasil e Índia (açúcar e álcool). Aos países industrializados só resta estimular setores de alta tecnologia em pesquisas médicas, espacial, dos oceanos e biogenética. O setor da informática e micro eletrônico, desenvolvido em cooperação com países do Leste Asiático, já mostra sinais de saturação pela enorme concorrência. • Existem combinações exóticas de tecnologias para acionamento de veículos que poderiam ser desenvolvidas em favor de países em desenvolvimento, cujo consumo de combustível está aumentando rapidamente: carros flex a vários combustíveis; carros elétricos a bateria e alternador (álcool elétrico), com recuperação de energia; tratores diesel elétricos; carros a ar comprimido ou simplesmente turbinado; carros a gás natural comprimido, etc. Estes arranjos permitem não só reduzir a poluição e emissão de gases nos centros congestionados das grandes cidades como permitem o melhor aproveitamento da energia gerada por meios hidroelétricos. • Baterias recarregáveis já são extensamente utilizadas, com notável autonomia, em milhões de celulares e notebooks, sendo possível a tecnologia ser estendida para baterias mais pesadas. Mesmo a tecnologia de “reconhecimento de chamadas” telefônicas (BINA), pode ser usada para reconhecimento do uso de cargas elétricas noturnas ou de inverno. Compressores de ar podem se tornar ótimas microusinas reversíveis.

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Uma exposição didática do significado de "visão geral de sistema".

Cada página acima tem o tamanho físico de uma página real e poderá ser consultada em qualquer órdem para ver como as "variáveis de sistema" estão interrelacionadas.

Para se ter uma visão de conjunto do artigo todo no arquivo do blog as postagens (mais extensas) aparecem na órdem em que foram postadas.























































































































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